Todas as estratégias da InMeta são baseadas em uma metodologia de trabalho de altíssimo nível, fazendo com que cada passo do planejamento tenha uma fundamentação coerente e de elevada capacitação, já vistas em inúmeras empresas que hoje servem como cases de sucesso para tal metodologia.
Temos imensa satisfação por nossa certificação na Metodologia Moebius obtida através do I-Group de São Paulo, referência Nacional em Marketing Interativo e desenvolvimento de Projetos E-Business. Não se pode deixar de presar o uso intensivo de métricas que a Moebius enfatiza em seu desenvolvimento, crença da qual partilhamos e atitude que praticamos.
1 - Key-Elements: Detalhamento dos itens PÚBLICO-ALVO, MERCADO, PRODUTO (tudo o que a empresa tem a oferecer) e CONCORRÊNCIA.
Esta análise é essencial para que se determine o cenário do projeto, contextualizando-o em um mapa único e dando todas as bases para as próximas fases. Em seguida, mapeia-se os Customer Goals, ou conjunto de demandas que cada grupo de usuários considera como ideal.
Isto não significa que todas as demandas serão supridas com a nova aplicação, pois elas deverão passar por toda uma análise envolvendo grau da relevância, complexidade técnica, recursos financeiros etc. Seguindo os Customer Goals, todos os processos de negócios pelos quais os usuários passam no momento para suprir as suas demandas são estruturados - mesmo considerando situações onde não exista nenhuma aplicação digital. Ou seja: se determinado usuário tem como demanda comprar um livro, ele não precisa necessariamente de um site. Ele pode efetuar a compra pessoalmente, por telefone, via fax ou utilizando qualquer outro meio que a livraria permita. É importante mapear este meio justamente para saber de que forma a Web pode ajudar mais.
2 - Análise de Cenário: Desenvolvimento do cenário propriamente dito, formado através de uma compilação de todos os itens acima. Esta etapa gera o primeiro "entregável" do projeto de planejamento, o Diagnóstico. Com este documento em mãos, as etapas posteriores terão bases sólidas para serem criadas, evitando o máximo possível de problemas futuros.
1 - Objetivo: Com todo o cenário em mãos, a equipe de consultoria terá condições de validar e complementar os objetivos de negócio e comunicação do projeto, além das previsões de retorno.
2 - WebCore: Desenho dos dois itens que, juntos, compõem o coração de um projeto Web: a arquitetura técnica e as funcionalidades. Trata-se da estruturação de novos processos de negócio, melhorando o que foi traçado no diagnóstico. Estes processos serão as funcionalidades da aplicação.
3 - WebContext: Trata-se do conjunto de elementos que formam o corpo do projeto. São analisadas as melhores formas de se compor a trinômia arquitetura de informação, conteúdo e design - nesta ordem.
4 - Plano de Divulgação: De nada adianta ter um projeto consistente e poderoso sem a mínima divulgação. Este ponto traça formas otimizadas de comunicação para um projeto digital, seja comprando mídia em grandes veículos de comunicação de massa ou espalhando panfletos pelo mural da empresa.
5 - Plataformas de Aplicação: Modelos conceituais de arquitetura técnica são delineados neste ponto, visando reforçar o aproveitamento de infra-estrutura já detida pela empresa e evitando gastos futuros desnecessários.
6 - Ferramentas vs. Desenvolvimento: Algumas das funcionalidades presentes no projeto podem ser melhor supridas por produtos prontos do que através de desenvolvimento 100% customizado. Aqui, é traçada uma matriz dividindo as funcionalidades que devem ser produzidas ou terem as licenças adquiridas.
7 - Seleção de desenvolvedores: A seleção do parceiro adequado é um dos pontos mais delicados do projeto. Além de precisar ter uma estrutura adequada e um time de alto nível, ele precisa ter preço compatível e empatia. Todos estes pontos precisam ser estudados de forma detalhada, evitando que escolhas mal feitas ou apressadas acabem com todo o trabalho de planejamento.
8 - Seleção de Ferramentas: Após a demarcação de quais as funcionalidades que devem ser desenvolvidas e quais devem ser adquiridas sob forma de licença, está na hora de fazer a concorrência por ferramentas adequadas.
9 - WebTeam: todos os itens acima delinearão o projeto Web. No entanto, o projeto não sobreviverá sem uma estrutura de gestão apropriada. Para evitar tal falha, a estrutura de gestão do projeto deve ser estruturada neste ponto, incluindo as descrições de deveres e tarefas de todos os envolvidos - sejam eles funcionários ou terceiros contratados.
1 - Produção: colocar em prática tudo o que foi traçado no prognóstico. É importante ressaltar que, como as etapas de definição de processos, arquitetura de informação e criação, dentre outras, já foram feitas, a produção vira basicamente uma etapa rápida e mecânica. É isso que faz com que um projeto planejado, por mais que tenha mais etapas, seja mais ágil do que um projeto não planejado.
2 - Lançamento: Produzido, o projeto entra no ar. É neste ponto que a real tarefa do gestor - o controle de métricas - começa.
1 - Coleta de Dados: coleta de todos os dados estatísticos frutos da navegação dos usuários.
2 - Análise de Resultados: Transformação de dados em índices e taxas, além de todo o estudo de métricas alvo deste livro, visto mais adiante.
Analisados, conforme mencionado anteriormente, os dados que complementam o diagnóstico.
Vale frisar que um projeto não precisa, necessariamente, ser iniciado pelo diagnóstico. Como o ciclo é infinito, caso, por exemplo, ele já esteja no ar, basta iniciar pelas métricas, formando o diagnóstico, o prognóstico de ações corretivas resultantes de conclusões sobre falhas em pontos específicos, a produção dos mesmos e o controle dos novos resultados.