Antes da digitalização, a rotina da HLTS era como a de muitas construtoras: processos manuais, controles descentralizados e uma operação dependente de papel.
Tudo era registrado fisicamente. As tentativas de digitalização existiam, mas se limitavam a planilhas e controles básicos, sem integração, sem padronização e com alto risco de erros. O gestor tinha dificuldades para acessar o efetivo real de cada obra. Não conseguia comparar períodos. Não tinha visibilidade sobre o que estava acontecendo no campo sem estar presencialmente lá.
“Antes da Inmeta, fazíamos tudo no papel. Tentávamos digitalizar, mas era mais controle em planilha. Nada comparado com o que temos hoje tudo está literalmente na palma da mão.” – Marcelo Urzedo, Engenheiro e Gestor HLTS.
O desafio: falta de controle, retrabalho e resistência interna
Um dos maiores gargalos estava no levantamento de dados e no controle de qualidade. Processos que deveriam trazer visibilidade acabavam gerando resistência interna.
O levantamento manual de problemas era demorado e sujeito a erros. A equipe de qualidade enfrentava resistência no campo e a cultura era vista como burocrática.
“Quando chegava o pessoal da qualidade, era visto como o pessoal da papelada.”
Além disso, havia insegurança sobre armazenamento de dados e dificuldade em consolidar informações de diferentes obras. Um cenário comum para qualquer gestor que precisa tomar decisões rápidas, mas opera no escuro.
A virada de chave: pós-obra como gatilho para transformação
A necessidade de evoluir o processo de pós-obra foi o ponto decisivo para a mudança.
A HLTS percebeu que precisava de mais controle, segurança e rastreabilidade e foi nesse momento que a busca por uma solução mais completa começou. Inicialmente, o foco não era qualidade. Mas ao conhecer a Inmeta, a empresa encontrou uma solução que ia muito além.
“Precisávamos tratar melhor o pós-obra. A qualidade não era o foco no início, mas passou a ser depois que conhecemos a InMeta.”
Escala e complexidade: o cenário atual da HLTS
Gerenciar 61 obras não é tarefa para quem ainda depende de planilha, presença física e memória. É tarefa para quem tem dados na palma da mão.
Hoje, a HLTS opera com um volume significativo de obras, o que exige organização, controle e visibilidade em tempo real:
- ✅ 24 obras concluídas
- 🚧 18 obras em andamento
- 📐 19 obras em fase de projeto
O que antes exigia uma semana inteira de levantamento manual, sujeito a erros, informações incompletas e retrabalho, hoje é acessado em um clique. Os dados chegam organizados por período, com precisão, permitindo comparar o que aconteceu semana a semana, obra a obra, sem sair do lugar.
Esse cenário reforça o quanto a digitalização deixou de ser uma opção, sem integração, o gestor opera no escuro: não sabe o efetivo real de cada canteiro, não consegue visualizar o avanço das obras em tempo real.
Com a Inmeta, a HLTS saiu desse cenário e passou a ter controle total, visibilidade por período e assertividade nas decisões. O crescimento deixou de ser um risco e passou a ser sustentável.
A escolha: centralização e integração em uma única plataforma
Antes da Inmeta, a HLTS utilizava outras ferramentas. O problema? Falta de integração.
A decisão pela Inmeta veio pela capacidade de unificar toda a operação em um único ambiente.
- Gestão da qualidade
- Controle de projetos
- Gestão de colaboradores
- Dados centralizados
“O que nos fez escolher a Inmeta foi ser a plataforma mais completa. Optamos por unificar tudo.”
Os resultados: mais eficiência, autonomia e estratégia
A transformação foi clara tanto na operação quanto na cultura da empresa.
Ganho de tempo e produtividade
O que antes levava uma semana inteira, com risco considerável de erros e lacunas de informação, hoje é feito em um clique. Dados semanais e mensais disponíveis na hora, organizados por período, sem depender de ninguém para compilar ou consolidar. Menos erro, mais controle, mais assertividade.
“Se comparar, o que fazíamos em uma semana hoje levantamos em um clique.”
Gestão estratégica sem depender da presença física
Antes, a gestão exigia visitas constantes às obras. Hoje, a tomada de decisão é baseada em dados. O gestor acessa o efetivo de cada canteiro, acompanha o andamento por período e compara resultados em tempo real, de onde estiver.
“Se eu tivesse que ir um dia em cada obra, seria inviável. Hoje temos estratégia.”
Engajamento da equipe
Outro impacto importante foi o aumento do envolvimento das equipes de campo. Maior adesão à tecnologia, uso real da plataforma no dia a dia e redução da resistência interna.
“Começamos a ver que o pessoal realmente usa a plataforma.”
Parceria que impulsiona crescimento
Mais do que tecnologia, a HLTS encontrou na Inmeta uma parceira de evolução contínua.
“A Inmeta me conquista na forma de suporte. A HLTS e a Inmeta cresceram juntas. Sempre vimos vontade de melhorar, trazer soluções e evoluir com o cliente.”
“Temos muitas ideias, e o time de produto abraça e busca melhorar. Isso mantém nossa parceria forte.”
Conclusão: um verdadeiro divisor de águas
A digitalização não foi apenas uma mudança de ferramenta foi uma transformação completa na forma de gerir obras.
“A Inmeta foi um divisor de águas. Existe a HLTS antes da digitalização e uma empresa totalmente diferente depois.”
— Marcelo Urzedo, HLTS Incorporadora
