Inmeta Connec[ta] BH está chegando. Garanta já sua vaga.
5 de nov • Leitura de 8 min

5 empreendimentos, uma gestão centralizada e menos retrabalho: como a Dallé transformou seus projetos

Antes da Inmeta, cada revisão de projeto passava por e-mail, download, drive interno e repasse manual para a obra. Hoje o projetista publica e o canteiro já vê a versão vigente.

Uma construtora com 73 anos e obras em dois extremos do país

A Dallé atua na construção civil desde 1953, com empreendimentos residenciais e hoteleiros. Tem obras no Rio Grande do Sul e em Boa Vista, Roraima.

Essa distribuição geográfica cobra seu preço na gestão de projetos. Equipes diferentes, disciplinas diferentes, fornecedores diferentes e todos precisam trabalhar a partir do mesmo padrão, com a mesma informação e a revisão correta da prancha.

Quando cada profissional conduz a obra de um jeito, seguindo critérios próprios, a operação perde consistência. Em projetos distribuídos, a padronização deixa de ser uma escolha e passa a ser essencial para garantir que todos estejam trabalhando com as mesmas regras, processos e informações.

O problema não era o Google Drive. Era o caminho até ele

Antes da Inmeta, cada atualização exigia um caminho manual

O fluxo antigo tinha quatro etapas para cada arquivo: o projetista enviava por e-mail, alguém precisava baixar o documento, salvar no drive interno e, depois, disponibilizá-lo na pasta correspondente de cada obra.

A cada nova revisão, o processo recomeçava. Mais etapas significavam mais pontos de atenção e maior risco de uma obra trabalhar com uma informação diferente da outra.

Multiplique isso por cinco empreendimentos e pelo número de disciplinas de cada um. Alguma etapa ia falhar, e falhava. Às vezes a revisão entrava no drive interno e não chegava à pasta da obra. Às vezes chegava, mas a versão anterior continuava lá, disponível para execução.

Leonardo Rocha Gemerasca – Coordenador de Projetos, da Dallé, conta que houve situações em que o escritório já trabalhava com uma revisão mais avançada enquanto o canteiro ainda tinha acesso à antiga.

Conferir e distribuir arquivos virou parte fixa da rotina da equipe:

“Às vezes uma hora por dia, um pouco mais, às vezes um pouco menos. Mas cada hora é valiosa.”

O tempo era metade do problema. A outra metade era não ter como responder rapidamente três perguntas simples: o que já está liberado, o que está em análise e o que ainda depende de uma definição.

Por que a escolha foi por uma ferramenta eficiente e de interface simples 

A Dallé pesquisou soluções que automatizassem parte desse processo. O que pesou na decisão pela Inmeta foi a combinação entre controle de versões e apontamentos e uma interface que a equipe conseguiria ensinar para todo mundo, incluindo quem nunca havia usado esse tipo de plataforma.

“O que chamou muito a atenção foi que ela era muito simples e intuitiva para a gente conseguir disseminar.”

A ideia era colocar projetistas, equipe de projetos, setores de apoio e obras no mesmo ambiente, olhando a mesma informação.

Cinco empreendimentos ao mesmo tempo, sem obra-piloto

Em vez de testar em uma obra e depois expandir, a Dallé treinou as equipes e implantou a plataforma nos cinco empreendimentos de uma vez: três obras em execução e dois projetos em desenvolvimento. A migração incluiu reorganizar arquivos que estavam espalhados por locais diferentes de armazenamento.

A expectativa interna era de uma adaptação lenta, principalmente nas obras já em andamento, que tinham processos consolidados. Não foi o que aconteceu. Segundo Leonardo, a adesão das equipes foi praticamente imediata e a migração terminou antes do prazo definido internamente.

Como o fluxo funciona hoje

O projetista publica o arquivo. A equipe de projetos recebe a notificação e faz a análise. A obra consulta o status e acessa o que está liberado para execução.

Baixar, salvar, criar atalho e replicar em cada pasta saiu do processo. Em alguns casos, uma tarefa que antes exigia várias etapas se resolve com uma aprovação.

A distância também ficou mais administrável. Em Boa Vista, as solicitações de plotagem passaram a ser registradas na plataforma: a equipe acompanha o pedido, valida os documentos e encaminha para os parceiros externos, mesmo estando a milhares de quilômetros da obra.

Rastrear pendências mudou a rotina da equipe

Antes, acompanhar um ajuste significava juntar trocas de e-mail, prints de pranchas e anotações em lugares diferentes. Agora as pendências ficam vinculadas ao projeto e são acompanhadas até a resolução.

A equipe consegue ver, de forma direta:

  • Quais projetos estão liberados para execução;
  • Quais estão pendentes de análise;
  • Quais foram liberados com ressalvas;
  • Quais dependem de uma definição;
  • Quais pendências seguem abertas;
  • Quais ajustes já foram resolvidos.

“A gente consegue saber certinho o status de cada arquivo e a gente não conseguia rastrear isso de forma muito prática antes.”

Para a gestão do setor, isso virou indicador: é possível acompanhar a evolução das pendências semana a semana e identificar onde estão os gargalos. Para a obra, é informação útil antes de decidir uma compra ou iniciar uma etapa, porque um item em ajuste aparece como item em ajuste.

Um erro de versão pode custar caro: como a Dallé ganhou mais controle sobre seus projetos com a Inmeta 

Entre os empreendimentos da Dallé há torres de aproximadamente 200 a 300 unidades e projetos hoteleiros, com várias disciplinas que precisam se conversar entre si. Em Boa Vista, há ainda o desafio de executar empreendimentos verticais em uma região com menos tradição nesse tipo de construção.

Some a isso a logística: segundo Leonardo, determinados materiais levam meses para chegar à obra. Nesse cenário, uma alteração que não chega a todos os envolvidos não gera um erro pontual. Gera retrabalho lá na frente, quando o prazo já está comprometido.

O que mudou

Quando suprimentos precisa de um projeto para fechar uma compra, a equipe abre a pasta correspondente. Sem conferência cruzada, sem dúvida sobre qual é o arquivo válido.

Antes da Inmeta

  • Projetos recebidos por e-mail;
  • Arquivos espalhados entre pastas;
  • Disponibilização manual para cada obra;
  • Risco de versão desatualizada chegar ao canteiro;
  • Pendências acompanhadas por e-mail e prints;
  • Cerca de uma hora por dia dedicada a localizar e distribuir arquivos.

Com a Inmeta

  • Projetos centralizados em um único ambiente;
  • Controle das versões vigentes;
  • Notificação no registro de pendências;
  • Status de cada projeto visível;
  • Pendências registradas e rastreáveis até a resolução;
  • Projetistas, escritório e obra no mesmo fluxo.

Perguntas frequentes sobre a implantação da Inmeta na Dallé

O módulo de Projetos precisou de um projeto-piloto?

Não. A implantação foi conduzida de forma estruturada para atender à realidade da Dallé, considerando suas equipes, processos e a necessidade de padronização entre diferentes obras.

É possível implementar a Inmeta com obras em andamento?

Sim. A implantação pode ser realizada em operações que já estão em andamento, com uma estruturação gradual dos processos e das equipes para que a adoção da plataforma aconteça sem interromper a rotina da obra.

A Inmeta ajuda a padronizar a gestão de projetos entre diferentes obras?

Sim. A plataforma centraliza as informações e permite que diferentes equipes trabalhem com os mesmos processos, documentos e versões, reduzindo a dependência de controles descentralizados.

A equipe precisa ter conhecimento técnico para utilizar a plataforma?

Não. A interface foi desenvolvida para facilitar a utilização pelas equipes, e o Consultor Estratégico da Conta, formado por engenheiros e arquitetos, acompanha o processo de implantação, orientando a empresa na adoção da solução e apoiando as equipes durante essa etapa. Já o suporte fica disponível para esclarecer dúvidas e auxiliar nas necessidades do dia a dia após a implantação. 

O que muda na rotina depois da implantação?

As equipes passam a ter acesso às informações em um ambiente centralizado e atualizado, reduzindo etapas manuais de distribuição de arquivos e facilitando o acompanhamento dos projetos.

A Inmeta pode ser utilizada em diferentes obras ao mesmo tempo?

Sim. A plataforma permite organizar as informações de diferentes empreendimentos em um único ambiente, mantendo a padronização necessária para uma operação com múltiplas equipes e projetos.

A implantação pode gerar novos usos da plataforma?

Sim. À medida que as equipes passam a utilizar a plataforma e percebem outras necessidades da operação, novos usos podem ser identificados e incorporados à rotina.

De demanda do setor a projeto estratégico

O que começou como uma necessidade operacional da área de projetos ganhou outro status dentro da empresa. A implantação passou a ser tratada como projeto estratégico e hoje alimenta os indicadores e as decisões do setor.

Leonardo destaca que o acompanhamento do Consultor Estratégico da Conta, formado por engenheiros e arquitetos, foi decisivo durante a implantação, dando segurança à direção e apoiando a empresa no direcionamento do uso da plataforma. Esse acompanhamento também contribuiu para viabilizar um investimento que não estava previsto no orçamento da área. Com a adesão das equipes, a própria empresa começou a identificar novos usos para a plataforma. 

“Ela é fácil de implementar e o suporte que a gente tem quando precisa acionar vocês é muito ágil.”

“Foi um passo muito grande para nós como setor.”

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inmet@_news

Informação estratégica para quem gerencia obras com mais eficiência.

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